David Wilkerson um exemplo de amor pelas almas.

Israel, presidente da quadrilha, era um dos rapazes mais simpáticos que já conheci; estendeu-me a mão e apertou a minha como um cavalheiro.
Nicky, entretanto, era bem diferente. Lembro-me de ter pensado, ao olhar para ele: “É a fisionomia mais dura que já vi até hoje”.
— Como vai, Nicky? disse eu.
Ele deixou-me com a mão estendida. Nem quis olhar para mim. Estava fumando, soprando nervosamente por um canto da boca.
— Vá pro inferno, pregador, disse ele.
Sua voz era estranha, como se ele estivesse sufocado, e gaguejava ao pronunciar certos sons.
— Você não tem boa opinião a meu respeito, Nicky, mas comigo se dá o contrário. Eu gosto de você, Nicky. Dei um passo em sua direção.
— Se você chegar perto de mim, pregador, ele respondeu com aquela voz estrangulada, eu o mato.
Concordei:
— Você poderia fazer isso. Poderia muito bem me picar em mil pedacinhos e esparramá-los aí na rua, mas cada pedacinho continuaria gostando de você.
Passados alguns dias, Nicky foi à polícia e entregou todas suas armas. Também começou a estudar a Bíblia e retornou para a escola. Após estudar, inclusive teologia, por vários anos, Nicky também se tornou um pregador religioso.
Voltou para o seu antigo bairro onde pregou e acabou persuadindo outros membros dos “Mau Maus” a se converterem, inclusive o novo líder da gangue.
Extraído de: ”A Cruz e o Punhal (pg.59)” e ”Wikpédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Nicky_Cruz)”
Que o amor pelas almas não esteja presente somente em nossos discursos emocionados nos púlpitos, mas que esteja presente em cada uma de nossas atitudes.
O mestre no ensinou a amarmos ao próximo como a nós mesmos, ainda que amar exija sofrimento, renuncia e principalmente coragem.
‘Ame a seu semelhante tanto como ama a você mesmo’.
MT. 22:39




