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Jesus escolheu não voar

Extraído e adaptado de: “A Cabana” de Willian P. Young

A maioria dos pássaros foram criados para  voar.  Para eles, ficar no solo é uma limitação de sua capacidade de voar, e não o contrário.

Quando Deus penetrou na existência humana Ele tornou-se totalmente humano. Optou por abraçar todas as limitações que isso implicava.

Mesmo tendo estado sempre presente nesse universo por Ele criado, tornou-se carne e sangue.  Foi como se um pássaro, cuja natureza é voar, optasse somente por andar e permanecer no chão.  Ele não deixa de ser pássaro, mas isso altera significativamente sua experiência de vida.

Ainda que por natureza Jesus seja totalmente Deus, ele é totalmente humano e vive como tal. Ainda que jamais tenha perdido sua capacidade inata de voar, ele optou, momento a momento, por ficar no chão. Por isso seu nome é Emanuel, Deus conosco.

Mas…e todos  os milagres? As curas? Ressuscitar os mortos?  Isso não prova que Jesus era Deus…?

Não, isso prova que Jesus é realmente humano.

Mas, como?

Deus pode voar, mas os humanos, não. Jesus é totalmente humano. Apesar de ele ser também totalmente Deus, nunca aproveitou sua natureza divina para fazer nada. Apenas viveu um relacionamento com Deus, da forma que ele deseja que cada ser humano deva viver. Ele foi simplesmente o primeiro a levar isso até as últimas instâncias: o primeiro a colocar a vida de Deus dentro dele, o primeiro a acreditar no meu amor e na minha bondade, sem considerar aparências ou conseqüências.

Nele brilhava a luz do mundo, luz que deve brilhar na vida de cada homem.

Mas! E quando ele curava os cegos?

Fez isso como um ser humano dependente e limitado que confia na vida e no poder e no trabalhar de Deus através dele. Jesus, como ser humano, não tinha poder para curar ninguém.

Talvez isso seja um choque para as suas crenças religiosas.

Saiba que só enquanto Jesus repousava em seu relacionamento e comunhão com Deus ele  se  tornava  capaz  de  expressar o coração e a vontade de Pai em qualquer circunstância determinada.

Assim, quando você olha para Jesus e parece que ele está voando, na verdade ele está…voando.  Mas o que você está realmente vendo é a vida de Deus nele.  É assim que  ele vive e age como um verdadeiro ser humano, como cada humano está destinado a viver: a partir da vida de Deus.

Um pássaro não é definido por estar preso ao chão, mas por sua capacidade de voar.  Lembre-se disso: os seres humanos não são definidos por suas limitações, e sim pelas intenções que Deus tem para com cada um.  Não pelo que parecem ser, mas por tudo que significa ser criado à imagem de Deus.

“A atitude de vocês deve ser semelhante àquela que nos foi mostrada por Jesus Cristo, que embora Deus, não exigiu nem tampouco Se apegou a seus direitos como Deus, mas pôs de lado seu imenso poder e sua glória, ocultando-se sob a forma de escravo e tornando-se como os homens.  E Se humilhou ainda mais, chegando ao ponto de sofrer uma verdadeira morte de criminoso numa cruz.”

Filipenses 2: 5-8

Fiquem na Paz!

Gustavo, Valeu pela dica.

Me Chame Apenas de Jesus.

jesus love

 

Seguindo o tema do trimestre, abaixo mais um texto sobre a essência de quem é Jesus.

 

Extraído de: Me Chame Apenas de Jesus” de Max Lucado

 

Muitos dos nomes na Bíblia que se referem ao Senhor são imponentes como: Filho de Deus, Cordeiro de Deus, Luz do Mundo, A Ressurreição e a Vida, Estrela da Manhã, Aquele que devia vir, Alfa e Omega.

 

Apesar de imponentes estes nomes são pouco usuais, o Mestre preferiu ser chamado por outro nome, um nome que recorda uma qualidade que confundiu e compeliu aqueles que o conheceram.

 

Jesus.

 

Nos evangelhos é o seu nome mais comum — usado quase 600 vezes. E era mesmo um nome comum. Jesus é a forma grega de Josué, Jesua e Jeosua — todos nomes familiares no Velho Testamento. Houve pelo menos cinco sumo sacerdotes conhecidos como Jesus. Os escritos do historiador Josefo se referem a cerca de vinte pessoas chamadas Jesus. O Novo Testamento fala de Jesus, o Justo, amigo de Paulo,  e o feiticeiro de Pafos é chamado Bar-Jesus. Alguns manuscritos dão Jesus como o primeiro nome de Barrabás. “A quem quereis que eu vos solte, a Jesus Barrabás ou a Jesus, chamado Cristo?”

Qual é o ponto? Se Jesus viesse hoje, o seu nome poderia ser João, Beto ou Carlos. Se ele estivesse aqui hoje, é duvidoso que se distanciasse com um nome elevado como: Reverendo, Santo, Divindade Angelical. Não, quando Deus escolheu o nome que seu filho teria, ele escolheu um nome humano. Preferiu um nome tão típico que aparecesse duas ou três vezes em qualquer chamada de escola.

“O Verbo se fez carne”, disse João, em outras palavras.

Ele era palpável, acessível, alcançável. E, mais ainda, ele era comum. Se estivesse aqui hoje você provavelmente não o notaria quando estivesse em meio a uma multidão fazendo compras. Ele não faria as cabeças se voltarem por causa das roupas que usava ou pelas jóias com que se adornava.

“Me chame apenas de Jesus”, quase se podia ouvi-lo dizer.

Ele era o tipo de pessoa que você convidaria para assistir um jogo de futebol em sua casa. Ele brincaria no chão com seus filhos, cochilaria no seu sofá, e faria churrascos em sua grelha. Ele riria das suas piadas e contaria algumas das dele. E quando você falasse, ele ouviria como se tivesse todo o tempo da eternidade.

Uma coisa é certa, você o convidaria de novo.

Vale a pena notar que os que o conheciam melhor se lembravam dele como Jesus. Os títulos, Jesus Cristo e Senhor Jesus só aparecem seis vezes. Os que andaram com ele, não se lembravam dele com um título ou designação, mas com um nome — Jesus.

As pessoas aproximavam-se dele. Puxa! Como o procuravam! Elas surgiam à noite; tocavam nele quando caminhava pelas ruas; seguiam-no até o mar; convidavam-no para suas casas e colocavam seus filhos aos pés dele. Por quê?

Porque ele se recusou a tornar-se uma estátua numa catedral ou um sacerdote num púlpito elevado. Ele escolheu em vez disso ser Jesus.

Não há sequer uma sugestão de alguém que temesse aproximar-se dele. Havia alguns que o ridicularizavam, outros que o invejavam, outros que não o compreendiam e outros que o reverenciavam. Mas não havia ninguém que o considerasse santo demais, divino demais, ou celestial demais para ser tocado. Não houve uma pessoa sequer que relutasse aproximar-se dele com medo de ser rejeitada.

É o homem que cria a distância. É Jesus quem constrói a ponte.

Muitos dos nomes na Bíblia que se referem ao Senhor são imponentes como: Filho de Deus, Cordeiro de Deus, Luz do Mundo, A Ressurreição e a Vida, Estrela da Manhã, Aquele que devia vir, Alfa e Omega.

 

Apesar de imponentes estes nomes são pouco usuais, o Mestre preferiu ser chamado por outro nome, um nome que recorda uma qualidade que confundiu e compeliu aqueles que o conheceram.

 

Jesus.

 

Nos evangelhos é o seu nome mais comum — usado quase 600 vezes. E era mesmo um nome comum. Jesus é a forma grega de Josué, Jesua e Jeosua — todos nomes familiares no Velho Testamento. Houve pelo menos cinco sumo sacerdotes conhecidos como Jesus. Os escritos do historiador Josefo se referem a cerca de vinte pessoas chamadas Jesus. O Novo Testamento fala de Jesus, o Justo, amigo de Paulo,  e o feiticeiro de Pafos é chamado Bar-Jesus. Alguns manuscritos dão Jesus como o primeiro nome de Barrabás. “A quem quereis que eu vos solte, a Jesus Barrabás ou a Jesus, chamado Cristo?”

Qual é o ponto? Se Jesus viesse hoje, o seu nome poderia ser João, Beto ou Carlos. Se ele estivesse aqui hoje, é duvidoso que se distanciasse com um nome elevado como: Reverendo, Santo, Divindade Angelical. Não, quando Deus escolheu o nome que seu filho teria, ele escolheu um nome humano. Preferiu um nome tão típico que aparecesse duas ou três vezes em qualquer chamada de escola.

“O Verbo se fez carne”, disse João, em outras palavras.

Ele era palpável, acessível, alcançável. E, mais ainda, ele era comum. Se estivesse aqui hoje você provavelmente não o notaria quando estivesse em meio a uma multidão fazendo compras. Ele não faria as cabeças se voltarem por causa das roupas que usava ou pelas jóias com que se adornava.

“Me chame apenas de Jesus”, quase se podia ouvi-lo dizer.

Ele era o tipo de pessoa que você convidaria para assistir um jogo de futebol em sua casa. Ele brincaria no chão com seus filhos, cochilaria no seu sofá, e faria churrascos em sua grelha. Ele riria das suas piadas e contaria algumas das dele. E quando você falasse, ele ouviria como se tivesse todo o tempo da eternidade.

Uma coisa é certa, você o convidaria de novo.

Vale a pena notar que os que o conheciam melhor se lembravam dele como Jesus. Os títulos, Jesus Cristo e Senhor Jesus só aparecem seis vezes. Os que andaram com ele, não se lembravam dele com um título ou designação, mas com um nome — Jesus.

As pessoas aproximavam-se dele. Puxa! Como o procuravam! Elas surgiam à noite; tocavam nele quando caminhava pelas ruas; seguiam-no até o mar; convidavam-no para suas casas e colocavam seus filhos aos pés dele. Por quê?

Porque ele se recusou a tornar-se uma estátua numa catedral ou um sacerdote num púlpito elevado. Ele escolheu em vez disso ser Jesus.

Não há sequer uma sugestão de alguém que temesse aproximar-se dele. Havia alguns que o ridicularizavam, outros que o invejavam, outros que não o compreendiam e outros que o reverenciavam. Mas não havia ninguém que o considerasse santo demais, divino demais, ou celestial demais para ser tocado. Não houve uma pessoa sequer que relutasse aproximar-se dele com medo de ser rejeitada.

É o homem que cria a distância. É Jesus quem constrói a ponte.

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Aborto!

Segue abaixo alguns  vídeos a respeito desses temas. Creio que os mesmos possam trazer alguns esclarecimentos ou mesmo levantar mais dúvidas a serem debatidas em sala.

ABORTO

Os abortistas relatam que o aborto é uma forma de preservar e proteger a vida da mulher que não quer ter um filho. No entanto que crime cometeu a criança para ser brutalmente assassinada?

Se emocione ao assitir o testemunho da irmã Genna que sobreviveu a um aborto.

O vídeo abaixo é uma dica da Thamara, valeu pela contribuição.

PLC 122

A aprovação do PLC 122 colocará uma espécie de mordaça gay na sociedade em especial os cristãos.

Entenda o porque assitindo o vídeo abaixo.

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O Cristão e a Política

Estamos em ano eleitoral, e como já é de costume, uma verdadeira legião de candidatos “invade” nossas igrejas, utilizam sempre o mesmo discurso manjado. Dizem que a igreja precisa se fazer ouvir, precisa de representatividade, e se apresentam como: “boca” do povo evangélico no meio político.

O problema é que passadas as eleições, esses “indivíduos” simplesmente somem das igrejas. Normalmente aderem à base governista e cumprem seus mandatos com tranqüilidade, podem até não serem corruptos, mas também não são representantes da Igreja.

Infelizmente não vemos a bancada evangélica propondo grandes projetos ou lutando vigorosamente contra a corrupção. Infelizmente vemos “nossos” representantes fazendo algum barulho somente em questões muito especificas como a PLC 122.

Talvez você não concorde, mas não vejo os políticos como representantes da igreja. Aliás, eu acho que a Igreja não deve se envolver na política. Trabalhar honestamente e combater a corrupção, são princípios que qualquer cristão deve seguir.

O candidato evangélico deve buscar votos de todos os membros da comunidade. Deve ser eleito devido a sua capacidade e seu caráter.

Aprovo a decisão de alguns evangélicos em seguir a “carreira” política, no entanto não aprovo que a “Igreja” enverede por esse caminho.

Além de ilegal é também imoral utilizar púlpitos como palanque político.

Templo é lugar de se buscar a Deus, não é lugar de se pleitear votos.

Daí a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. Ou seja, palanque é lugar de comício, e púlpito é lugar de se pregar a palavra do Senhor.

Ao contrário do que muitos falam “a Igreja definitivamente não tem candidato”, o fato de seu pastor ter preferência por certo candidato, não o torna candidato da igreja, pois a igreja pertence a Cristo.

Não vote influenciado por pressão Pastoral, não vote em candidatos que utilizam os púlpitos das igrejas como palanque, pois se eles se mostram desonestos já na campanha (é crime qualquer espécie de propaganda política nas igrejas), o que será desses quando eleitos.

Não vote em quem você não conhece, não seja influenciado, não seja massa de manobra nas mãos de pastores mal intencionados, que dizem estar preocupados com a representatividade da igreja, mas na verdade buscam poder.

Você certamente não contrataria alguém sem habilitação, para ser seu motorista. O fato de esse alguém ser “crente” não o torna capacitado para exercer tal função.

E o fato do cidadão ser “crente” não o torna capacitado para dirigir o país. Simples assim!

Eu prefiro votar em candidatos evangélicos, contanto que os mesmos sejam capacitados  para exercer tal função (tenham boas propostas, um plano de governo…).

Encontrei o relato abaixo em um fórum de debate sobre o tema:

Se o cristão se envolver na política tendo por objetivo representar com fidelidade seu segmento social, terá boa possibilidade e condição de ser íntegro e não se envolver com corrupção, especialmente se buscar a direção de Deus e de sua Palavra.

Entretanto, infelizmente o objetivo das pessoas que querem ser políticos é ganhar muito dinheiro, ou se dar bem financeiramente: em alguma das eleições passadas, um irmão semi-analfabeto pediu meu voto para vereador – “me da uma força irmão, sou candidato a vereador”.
- Quais são os projetos do irmão para melhorar a cidade ?
- Não tenho muito projeto, mas estou desempregado, e isso iria me ajudar.

O que acontece nessa situação? A maioria das pessoas entra em conflito, em dúvidas sobre o amor e o dever, e pode acabar votando em pessoas totalmente incapacitadas para qualquer tipo de mandato representativo, as quais vem a ingressar no mundo dos maus políticos.

Uma visão correta do assunto nos ajudaria a tornar os cristãos mais participativos na política, e com integridade, mas, parece que essa visão correta está longe de ser atingida.

E para terminar segue trecho de uma manchetes de certos “políticos evangélicos”.

Em novo vídeo do escândalo no DF, o deputado Rubens César Brunelli Junior (partido PSC e da Igreja Casa da Bênção) aparece orando com o secretário Durval Barbosa e com o presidente da Câmara Legislativa, Leonardo Prudente (partido DEM e da Igreja Sara nossa Terra).

E fica a pergunta

Em quantos púlpitos o “irmão” César, deve ter subido para pedir votos?

Antes de votar ore e vigie, vigie muuito!

Forte abraço, fiquem na PAZ!

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O SÍMBOLO MAIS RELEVANTE

Extraído de: http://www.pregador.com.br/ilustracoes/osimbolomaisrelevante.htm

Autor: Wilson B. Vasconcelos

Jesus amigo

Certa vez, um rei muito amado, sentindo-se envelhecer, achou por bem decidir qual dos seus três filhos herdaria o trono. Tarefa difícil, porque todos eles eram dignos da coroa.

Certa manhã o rei os chamou à sua presença e disse-lhes:

- Estou velho e já sem forças para governar. Deus deu-me a sorte de ter três filhos maravilhosos e tenho certeza de que qualquer um de vocês dará um bom rei. No entanto, só um será coroado. Por isso, a melhor maneira que encontrei para decidir-me por um de vocês é submetê-los à uma prova.

- Cada um saia agora, procurem onde quiser e tragam para mim, hoje à noite, aquilo que vocês julgarem ser o melhor símbolo do nosso reino. Os nobres me ajudarão a decidir. Quem trouxer o melhor símbolo será o futuro rei.

Um dos príncipes decidiu procurar no próprio castelo, nos seus museus e nos seus tesouros.

Outro, procurou os sábios do reino e passou o dia discutindo o assunto com eles.

O terceiro, resolveu dar uma volta pelo reino, visitar o povo, conversar com as pessoas simples. Nestas suas andanças encontrou um menino arando a terra em meio às lágrimas.

- Porque choras, menino?

- Meu pai morreu e minha mãe está doente. Preciso arar este campo e lançar as sementes ainda hoje, mas não consigo arrastar este arado sozinho. Queria terminar logo, para ficar com a minha mãe.

O príncipe pensou na prova do rei, sabia que não tinha tempo a perder, mas, decidiu ajudar o menino. Um pouco, pelo menos.

Porém, o garoto era muito simpático e, conversa vai, conversa vem, as horas se passaram rapidamente.

Terminaram o serviço e ainda foram visitar a mulher doente, que muito agradeceu a ajuda do nobre viajante (nem ela sabia que era o príncipe).

À noite, o príncipe que ficara no castelo, apresentou ao rei e aos nobres um velho cofre de ouro cravejado de pedras preciosas. Antiquíssimo símbolo do tesouro da família real. Símbolo de estabilidade e poder.

O segundo apresentou uma velha espada que pertencia ao seu pai, símbolo dos difíceis tempos das batalhas para se estabelecer aquele reino. Símbolo da coragem e valentia.

- E você, meu filho, o que nos trouxe? perguntou o rei ao último.

- Nada, meu pai. Saí para visitar o nosso povo e deparei-me com as lágrimas de um pequeno órfão de pai que arava o campo. Fiquei tão comovido com seu sofrimento que interrompi minha busca para ajudá-lo. Como não sou acostumado ao trabalho pesado, cansei-me demais e não tive forças para continuar minha busca. Desculpe-me, senhor.

- Chegue-se aqui, meu filho. Deixe-me ver suas mãos.

Ao ver as bolhas que se formaram em suas mãos, o rei levantou o braço do rapaz e disse para todos:

- Este é meu escolhido, pois ele nos trouxe não um, mas quase todos os símbolos mais relevantes do nosso pequeno reino:

* Primeiro, ele foi até o nosso povo. Um rei jamais pode deixar de estar com seu povo.

* Segundo, ele foi capaz de parar para ouvir uma criança.

* Terceiro, ele foi capaz de se comover com seu sofrimento.

* E, por último, demonstrou que é capaz de prestar ajuda a quem precisa.

EMPATIA!

CAPACIDADE DE OUVIR!

COMPAIXÃO!

AÇÃO!

Este rapaz tem todas as qualidades de um grande rei. Quem concorda comigo, diga: Viva o rei!

E todos gritaram “Viva o rei”, inclusive seus irmãos.

Um dia, um príncipe deixou o seu reino veio ter comigo. Ele enxugou minhas lágrimas, ouviu os meus problemas e se dispôs a me ajudar, ainda que para isso fosse necessário castigar o próprio corpo.

Retornou para seu Reino e hoje reina sobre tudo!

“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.

E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.

Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.”

João. 1:1,14

Isaías. 53:5

Creio que os amigos perceberma que os últimos posts tem sido basicamente sobre Jesus, quem ele foi e quem ele é.

Esse triemestre será dedicado ao tema a essência de Jesus “O maior personagem da história”, que é o tema dos estudos da C.F.S de outubro à dezembro.

Abraço a todos, fiquem na PAZ!

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Qual criança deve morrer?

- “Doutor, o senhor terá de me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo. Não tenho condições de criar ambos”.
E então o médico perguntou: “E o que a senhora quer que eu faça?”
A mulher, já esperançosa, respondeu: “Desejo interromper esta gravidez e conto com a ajuda do senhor”.

O médico então pensou um pouco e depois disse a mulher:
- “Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora”.
A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.

E então ele completou:
- “Veja bem, minha senhora, para não ter de ficar com os dois bebês de uma vez em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer. Se o caso é matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco.”

A mulher reagiu indignada: – “Não doutor! Que horror! Matar uma criança é um crime!”.

Depois de refletir, a mãe mudou de idéia. O médico viu que a sua lição surtira efeito. Ele persuadiu a mãe que não há diferença entre matar a criança já nascida e matar uma criança ainda por nascer, mas viva no seio materno. O crime é o mesmo, e o pecado, diante de deus, também é o mesmo.

Fonte: www.hermeneutica.com/ilustracoes
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