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Posts Etiquetados ‘Jesus’

Comemorar ou não o Natal ?

 

Ao discutir a origem de qualquer coisa, corremos o risco de entrar em um debate interminável cheio de versões e aversões.

Comemorar ou não o Natal, é um exemplo dessas discussões intermináveis entre crentes de diferentes denominações, já que todos sabem que Jesus provavelmente não nasceu dia 25 de Dezembro. No entanto  alguns comemoram e outros não.

Pra mim Jesus não nasceu dia 25 de Dezembro, mas sim, dia 11 de novembro de 1998.

É isso mesmo! Para mim Jesus nasceu 11 de novembro de 1998, dia em que ele nasceu em minha vida, dia em que foi preenchido o vazio do meu coração. E por isso sou grato a ele todos os dias.

Agora não é por que eu não acredite que Jesus nasceu dia 25, que irei me isolar de minha família, deixar de confratenizar com meus amigos, deixar de comer com meus avós. Se para eles devemos celebrar o nascimento de Cristo uma vez ao ano, tudo bem, pois para mim, todo dia é dia de comemorar o nascimento daquele  que morreu para me dar vida.

Pessoal, na boa! Se isolar de seus amados no natal, definitivamente não é sinônimo de santidade, e sim prova de imaturidade espiritual, pois isso causará entre os incrédulos maior aversão ao evangelho.

E tem mais, a comida no natal é muito boa!!!

Abraço a todos, fiquem na PAZ!

 

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Detalhes da crucificação de Jesus

Um vídeo excelente sobre o sofrimento de Jesus na cruz!

Ele morreu, para que você pudesse viver!

Lembre-se de que o natal não é só presente e comida boa, mas uma data criada pelos homens para honrar o nascimento daquele que veio a este mundo para morrer por amor.

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O sacrifício de Abraão.

Segue abaixo belo um video-clipe sobre sacrifício.

Jesus escolheu não voar

Extraído e adaptado de: “A Cabana” de Willian P. Young

A maioria dos pássaros foram criados para  voar.  Para eles, ficar no solo é uma limitação de sua capacidade de voar, e não o contrário.

Quando Deus penetrou na existência humana Ele tornou-se totalmente humano. Optou por abraçar todas as limitações que isso implicava.

Mesmo tendo estado sempre presente nesse universo por Ele criado, tornou-se carne e sangue.  Foi como se um pássaro, cuja natureza é voar, optasse somente por andar e permanecer no chão.  Ele não deixa de ser pássaro, mas isso altera significativamente sua experiência de vida.

Ainda que por natureza Jesus seja totalmente Deus, ele é totalmente humano e vive como tal. Ainda que jamais tenha perdido sua capacidade inata de voar, ele optou, momento a momento, por ficar no chão. Por isso seu nome é Emanuel, Deus conosco.

Mas…e todos  os milagres? As curas? Ressuscitar os mortos?  Isso não prova que Jesus era Deus…?

Não, isso prova que Jesus é realmente humano.

Mas, como?

Deus pode voar, mas os humanos, não. Jesus é totalmente humano. Apesar de ele ser também totalmente Deus, nunca aproveitou sua natureza divina para fazer nada. Apenas viveu um relacionamento com Deus, da forma que ele deseja que cada ser humano deva viver. Ele foi simplesmente o primeiro a levar isso até as últimas instâncias: o primeiro a colocar a vida de Deus dentro dele, o primeiro a acreditar no meu amor e na minha bondade, sem considerar aparências ou conseqüências.

Nele brilhava a luz do mundo, luz que deve brilhar na vida de cada homem.

Mas! E quando ele curava os cegos?

Fez isso como um ser humano dependente e limitado que confia na vida e no poder e no trabalhar de Deus através dele. Jesus, como ser humano, não tinha poder para curar ninguém.

Talvez isso seja um choque para as suas crenças religiosas.

Saiba que só enquanto Jesus repousava em seu relacionamento e comunhão com Deus ele  se  tornava  capaz  de  expressar o coração e a vontade de Pai em qualquer circunstância determinada.

Assim, quando você olha para Jesus e parece que ele está voando, na verdade ele está…voando.  Mas o que você está realmente vendo é a vida de Deus nele.  É assim que  ele vive e age como um verdadeiro ser humano, como cada humano está destinado a viver: a partir da vida de Deus.

Um pássaro não é definido por estar preso ao chão, mas por sua capacidade de voar.  Lembre-se disso: os seres humanos não são definidos por suas limitações, e sim pelas intenções que Deus tem para com cada um.  Não pelo que parecem ser, mas por tudo que significa ser criado à imagem de Deus.

“A atitude de vocês deve ser semelhante àquela que nos foi mostrada por Jesus Cristo, que embora Deus, não exigiu nem tampouco Se apegou a seus direitos como Deus, mas pôs de lado seu imenso poder e sua glória, ocultando-se sob a forma de escravo e tornando-se como os homens.  E Se humilhou ainda mais, chegando ao ponto de sofrer uma verdadeira morte de criminoso numa cruz.”

Filipenses 2: 5-8

Fiquem na Paz!

Gustavo, Valeu pela dica.

Me Chame Apenas de Jesus.

jesus love

 

Seguindo o tema do trimestre, abaixo mais um texto sobre a essência de quem é Jesus.

 

Extraído de: Me Chame Apenas de Jesus” de Max Lucado

 

Muitos dos nomes na Bíblia que se referem ao Senhor são imponentes como: Filho de Deus, Cordeiro de Deus, Luz do Mundo, A Ressurreição e a Vida, Estrela da Manhã, Aquele que devia vir, Alfa e Omega.

 

Apesar de imponentes estes nomes são pouco usuais, o Mestre preferiu ser chamado por outro nome, um nome que recorda uma qualidade que confundiu e compeliu aqueles que o conheceram.

 

Jesus.

 

Nos evangelhos é o seu nome mais comum — usado quase 600 vezes. E era mesmo um nome comum. Jesus é a forma grega de Josué, Jesua e Jeosua — todos nomes familiares no Velho Testamento. Houve pelo menos cinco sumo sacerdotes conhecidos como Jesus. Os escritos do historiador Josefo se referem a cerca de vinte pessoas chamadas Jesus. O Novo Testamento fala de Jesus, o Justo, amigo de Paulo,  e o feiticeiro de Pafos é chamado Bar-Jesus. Alguns manuscritos dão Jesus como o primeiro nome de Barrabás. “A quem quereis que eu vos solte, a Jesus Barrabás ou a Jesus, chamado Cristo?”

Qual é o ponto? Se Jesus viesse hoje, o seu nome poderia ser João, Beto ou Carlos. Se ele estivesse aqui hoje, é duvidoso que se distanciasse com um nome elevado como: Reverendo, Santo, Divindade Angelical. Não, quando Deus escolheu o nome que seu filho teria, ele escolheu um nome humano. Preferiu um nome tão típico que aparecesse duas ou três vezes em qualquer chamada de escola.

“O Verbo se fez carne”, disse João, em outras palavras.

Ele era palpável, acessível, alcançável. E, mais ainda, ele era comum. Se estivesse aqui hoje você provavelmente não o notaria quando estivesse em meio a uma multidão fazendo compras. Ele não faria as cabeças se voltarem por causa das roupas que usava ou pelas jóias com que se adornava.

“Me chame apenas de Jesus”, quase se podia ouvi-lo dizer.

Ele era o tipo de pessoa que você convidaria para assistir um jogo de futebol em sua casa. Ele brincaria no chão com seus filhos, cochilaria no seu sofá, e faria churrascos em sua grelha. Ele riria das suas piadas e contaria algumas das dele. E quando você falasse, ele ouviria como se tivesse todo o tempo da eternidade.

Uma coisa é certa, você o convidaria de novo.

Vale a pena notar que os que o conheciam melhor se lembravam dele como Jesus. Os títulos, Jesus Cristo e Senhor Jesus só aparecem seis vezes. Os que andaram com ele, não se lembravam dele com um título ou designação, mas com um nome — Jesus.

As pessoas aproximavam-se dele. Puxa! Como o procuravam! Elas surgiam à noite; tocavam nele quando caminhava pelas ruas; seguiam-no até o mar; convidavam-no para suas casas e colocavam seus filhos aos pés dele. Por quê?

Porque ele se recusou a tornar-se uma estátua numa catedral ou um sacerdote num púlpito elevado. Ele escolheu em vez disso ser Jesus.

Não há sequer uma sugestão de alguém que temesse aproximar-se dele. Havia alguns que o ridicularizavam, outros que o invejavam, outros que não o compreendiam e outros que o reverenciavam. Mas não havia ninguém que o considerasse santo demais, divino demais, ou celestial demais para ser tocado. Não houve uma pessoa sequer que relutasse aproximar-se dele com medo de ser rejeitada.

É o homem que cria a distância. É Jesus quem constrói a ponte.

Muitos dos nomes na Bíblia que se referem ao Senhor são imponentes como: Filho de Deus, Cordeiro de Deus, Luz do Mundo, A Ressurreição e a Vida, Estrela da Manhã, Aquele que devia vir, Alfa e Omega.

 

Apesar de imponentes estes nomes são pouco usuais, o Mestre preferiu ser chamado por outro nome, um nome que recorda uma qualidade que confundiu e compeliu aqueles que o conheceram.

 

Jesus.

 

Nos evangelhos é o seu nome mais comum — usado quase 600 vezes. E era mesmo um nome comum. Jesus é a forma grega de Josué, Jesua e Jeosua — todos nomes familiares no Velho Testamento. Houve pelo menos cinco sumo sacerdotes conhecidos como Jesus. Os escritos do historiador Josefo se referem a cerca de vinte pessoas chamadas Jesus. O Novo Testamento fala de Jesus, o Justo, amigo de Paulo,  e o feiticeiro de Pafos é chamado Bar-Jesus. Alguns manuscritos dão Jesus como o primeiro nome de Barrabás. “A quem quereis que eu vos solte, a Jesus Barrabás ou a Jesus, chamado Cristo?”

Qual é o ponto? Se Jesus viesse hoje, o seu nome poderia ser João, Beto ou Carlos. Se ele estivesse aqui hoje, é duvidoso que se distanciasse com um nome elevado como: Reverendo, Santo, Divindade Angelical. Não, quando Deus escolheu o nome que seu filho teria, ele escolheu um nome humano. Preferiu um nome tão típico que aparecesse duas ou três vezes em qualquer chamada de escola.

“O Verbo se fez carne”, disse João, em outras palavras.

Ele era palpável, acessível, alcançável. E, mais ainda, ele era comum. Se estivesse aqui hoje você provavelmente não o notaria quando estivesse em meio a uma multidão fazendo compras. Ele não faria as cabeças se voltarem por causa das roupas que usava ou pelas jóias com que se adornava.

“Me chame apenas de Jesus”, quase se podia ouvi-lo dizer.

Ele era o tipo de pessoa que você convidaria para assistir um jogo de futebol em sua casa. Ele brincaria no chão com seus filhos, cochilaria no seu sofá, e faria churrascos em sua grelha. Ele riria das suas piadas e contaria algumas das dele. E quando você falasse, ele ouviria como se tivesse todo o tempo da eternidade.

Uma coisa é certa, você o convidaria de novo.

Vale a pena notar que os que o conheciam melhor se lembravam dele como Jesus. Os títulos, Jesus Cristo e Senhor Jesus só aparecem seis vezes. Os que andaram com ele, não se lembravam dele com um título ou designação, mas com um nome — Jesus.

As pessoas aproximavam-se dele. Puxa! Como o procuravam! Elas surgiam à noite; tocavam nele quando caminhava pelas ruas; seguiam-no até o mar; convidavam-no para suas casas e colocavam seus filhos aos pés dele. Por quê?

Porque ele se recusou a tornar-se uma estátua numa catedral ou um sacerdote num púlpito elevado. Ele escolheu em vez disso ser Jesus.

Não há sequer uma sugestão de alguém que temesse aproximar-se dele. Havia alguns que o ridicularizavam, outros que o invejavam, outros que não o compreendiam e outros que o reverenciavam. Mas não havia ninguém que o considerasse santo demais, divino demais, ou celestial demais para ser tocado. Não houve uma pessoa sequer que relutasse aproximar-se dele com medo de ser rejeitada.

É o homem que cria a distância. É Jesus quem constrói a ponte.

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Alguem disse a Jesus: – Aquele a quem amas está doente!

lazaro

 

Quando acontecem desastres, o Espírito humano responde estendendo a mão para ajudar aqueles que são afetados. As pessoas ficam em filas para doar sangue. Milhões de dólares são doados para ajudar vitimas e suas famílias. Equipes de resgate trabalham por horas intermináveis. Mas o esforço mais essencial é realizado por outra equipe valente. Sua tarefa? Guardar e envolver o mundo em oração. Aqueles que oram mantém vivas as fogueiras da fé. Na maioria dos casos, nem sabemos seus nomes. Foi o que aconteceu com uma pessoa que orou em um certo dia, há muito tempo.

Seu nome não é importante. Seu aspecto é imaterial. Seu sexo não vem ao caso. Seu titulo é irrelevante. Essa pessoa é importante não por conta de quem foi, mas sim pelo que fez.

Ela foi até Jesus em nome de um anjo. Seu amigo estava doente, e Jesus poderia ajudar. Era preciso que alguém fosse até Jesus, por isso esse alguém foi. Outros se preocupavam com o homem doente em outro sentido. Alguns levavam comida, outros ofereciam tratamento; outros ainda consolavam a família. Cada papel foi importante. Cada pessoa foi útil, mas ninguém foi mais vital do que aquele que foi até Jesus.

João escreve: “Então as irmãs de Lazaro mandaram [alguém] dizer a Jesus: ‘Senhor, aquele a quem amas está doente’” (João 11.3, ênfase minha).

Alguém levou o pedido. Alguém percorreu o caminho. Alguém foi até Jesus em nome de Lazaro. E, uma vez que alguém foi até Ele, Jesus respondeu.

Fonte: Dias melhores virão “Max Lucado” (Cap 7)

Que venhamos estar atentos as necessidades daqueles que nos rodeiam, que possamos ir a Jesus pedir socorro por aqueles que encontram-se necessitados.

Convido você a percorrer hoje o caminho que aquele alguém percorreu, convido você a se ajoelhar e pedir socorro por outro que não seja você mesmo. Deixar o egoísmo e falar para o seu bom amigo Jesus, que alguém que ele ama precisa de ajuda.

 

Abraços, fiquem na paz!

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E O MORTO VIROU TESTEMUNHA

Retirado de:  pregador.com.br/ilustrações

Um réu estava sendo julgado por assassinato na Inglaterra, com fortes evidências sobre a sua culpa, mas o cadáver não aparecera.
Quase no final da sua sustentação oral, o advogado, temeroso de que seu cliente fosse condenado, recorreu a um truque: – “Senhoras e senhores do júri, eu tenho uma surpresa para todos vocês”, disse o advogado, olhando para o seu relógio, ”dentro de 10 segundos a pessoa presumivelmente assassinada neste caso vai entrar neste tribunal”. E olhou para a porta.

Os jurados, surpresos, também ficaram olhando para a porta.

Os segundos se passaram. Nada aconteceu. O advogado, então, completou: -”Realmente, eu falei e todos vocês olharam com expectativa. Portanto, ficou claro que vocês têm dúvida, neste caso, se alguém realmente foi morto, por isso insisto para que vocês considerem o meu cliente inocente”.
Os jurados, visivelmente surpresos, retiraram-se para a decisão final. Alguns minutos depois voltaram e pronunciaram o veredicto: - ”Culpado!” – “Eu protesto, meritíssimo, perguntou o advogado, o jurado tem dúvidas, eu vi todos eles olharem fixamente para a porta!” Ao serem inquiridos pelo juiz, o júri esclareceu: - ”Sim, Sr Advogado, todos nós olhamos para a porta, mas o seu cliente não…”

 

 

Portanto, não os temais; porque nada há encoberto que não haja de revelar-se, nem oculto que não haja de saber-se.

Mt 10:26

Quantas pessoas hoje vivem de aparências, utilizando o beneficio da dúvida para enganar e esconder seus delitos e pecados.

Quantas vezes ao ouvir sobre escândalos envolvendo algum personagem evangélico famoso dizemos: “Não ele (a) não seria capaz de fazer isso ele (a) é um (a) servo (a) de Deus”. Passado algum tempo descobrimos o lobo sob a pele de cordeiro.

A Bíblia nos exorta a não depositarmos nossa confiança em homens, pois caso o mesmo caia nós certamente cairemos juntos.

Se em algum momento da vida você entrou por esse caminho tortuoso, e hoje utiliza de sua carteira de membro e posição ministerial para esconder pecados, procura demonstrar a todos uma santidade e comunhão para com Deus que você não tem. Saiba que ainda é tempo, o Juiz ainda não se assentou na cadeira do tribunal, mas há um advogado disposto a abraçar a sua causa. Pode parecer loucura, mas este jovem advogado irá cumprir a sua pena, basta que você assuma que é culpado. Ele não irá lhe criticar. ele irá se entregar ao juiz em seu lugar  olhar no fundo de seus olhos e dizer: “VÁ EM PAZ E NÃO PEQUES MAIS”

Abraços a todos, fiquem na PAZ!

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Ele entende você

“Até os cabelos da cabeça de vocês estão todos contados. Portanto, não tenham medo!” Mateus 10:30-31

Por que Jesus ficou cansado em Samaria (João 4:6), admirado em Nazaré (Marcos 6:6), e bravo no Templo (João 2:15)? Por que ele ficou com sono no barco no Mar da Galiléia (Marcos 4:38), triste ao túmulo de Lázaro (João 11:35), e com fome no deserto (Mateus 4:2)?

Por quê? Por que ele suportou todos estas sensações? Porque ele sabia que você as sentiria também.

Ele sabia que você ficaria cansado, admirado e bravo. Ele sabia que você ficaria com sono, enlutado e com fome. Ele sabia que você enfrentaria a dor. Se não a dor no corpo, a dor na alma… dor forte demais para qualquer droga. Ele sabia que você enfrentaria a sede. Se não uma sede por água, pelo menos uma sede pela verdade, e a verdade que nós juntamos aos poucos da imagem de um Cristo com sede é – ele entende.

E porque ele entende, nós podemos ir até ele.

Autor: Max Lucado

Fonte http://www.irmaos.com/artigos/index.php?id=2309

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O SÍMBOLO MAIS RELEVANTE

Extraído de: http://www.pregador.com.br/ilustracoes/osimbolomaisrelevante.htm

Autor: Wilson B. Vasconcelos

Jesus amigo

Certa vez, um rei muito amado, sentindo-se envelhecer, achou por bem decidir qual dos seus três filhos herdaria o trono. Tarefa difícil, porque todos eles eram dignos da coroa.

Certa manhã o rei os chamou à sua presença e disse-lhes:

- Estou velho e já sem forças para governar. Deus deu-me a sorte de ter três filhos maravilhosos e tenho certeza de que qualquer um de vocês dará um bom rei. No entanto, só um será coroado. Por isso, a melhor maneira que encontrei para decidir-me por um de vocês é submetê-los à uma prova.

- Cada um saia agora, procurem onde quiser e tragam para mim, hoje à noite, aquilo que vocês julgarem ser o melhor símbolo do nosso reino. Os nobres me ajudarão a decidir. Quem trouxer o melhor símbolo será o futuro rei.

Um dos príncipes decidiu procurar no próprio castelo, nos seus museus e nos seus tesouros.

Outro, procurou os sábios do reino e passou o dia discutindo o assunto com eles.

O terceiro, resolveu dar uma volta pelo reino, visitar o povo, conversar com as pessoas simples. Nestas suas andanças encontrou um menino arando a terra em meio às lágrimas.

- Porque choras, menino?

- Meu pai morreu e minha mãe está doente. Preciso arar este campo e lançar as sementes ainda hoje, mas não consigo arrastar este arado sozinho. Queria terminar logo, para ficar com a minha mãe.

O príncipe pensou na prova do rei, sabia que não tinha tempo a perder, mas, decidiu ajudar o menino. Um pouco, pelo menos.

Porém, o garoto era muito simpático e, conversa vai, conversa vem, as horas se passaram rapidamente.

Terminaram o serviço e ainda foram visitar a mulher doente, que muito agradeceu a ajuda do nobre viajante (nem ela sabia que era o príncipe).

À noite, o príncipe que ficara no castelo, apresentou ao rei e aos nobres um velho cofre de ouro cravejado de pedras preciosas. Antiquíssimo símbolo do tesouro da família real. Símbolo de estabilidade e poder.

O segundo apresentou uma velha espada que pertencia ao seu pai, símbolo dos difíceis tempos das batalhas para se estabelecer aquele reino. Símbolo da coragem e valentia.

- E você, meu filho, o que nos trouxe? perguntou o rei ao último.

- Nada, meu pai. Saí para visitar o nosso povo e deparei-me com as lágrimas de um pequeno órfão de pai que arava o campo. Fiquei tão comovido com seu sofrimento que interrompi minha busca para ajudá-lo. Como não sou acostumado ao trabalho pesado, cansei-me demais e não tive forças para continuar minha busca. Desculpe-me, senhor.

- Chegue-se aqui, meu filho. Deixe-me ver suas mãos.

Ao ver as bolhas que se formaram em suas mãos, o rei levantou o braço do rapaz e disse para todos:

- Este é meu escolhido, pois ele nos trouxe não um, mas quase todos os símbolos mais relevantes do nosso pequeno reino:

* Primeiro, ele foi até o nosso povo. Um rei jamais pode deixar de estar com seu povo.

* Segundo, ele foi capaz de parar para ouvir uma criança.

* Terceiro, ele foi capaz de se comover com seu sofrimento.

* E, por último, demonstrou que é capaz de prestar ajuda a quem precisa.

EMPATIA!

CAPACIDADE DE OUVIR!

COMPAIXÃO!

AÇÃO!

Este rapaz tem todas as qualidades de um grande rei. Quem concorda comigo, diga: Viva o rei!

E todos gritaram “Viva o rei”, inclusive seus irmãos.

Um dia, um príncipe deixou o seu reino veio ter comigo. Ele enxugou minhas lágrimas, ouviu os meus problemas e se dispôs a me ajudar, ainda que para isso fosse necessário castigar o próprio corpo.

Retornou para seu Reino e hoje reina sobre tudo!

“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.

E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.

Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.”

João. 1:1,14

Isaías. 53:5

Creio que os amigos perceberma que os últimos posts tem sido basicamente sobre Jesus, quem ele foi e quem ele é.

Esse triemestre será dedicado ao tema a essência de Jesus “O maior personagem da história”, que é o tema dos estudos da C.F.S de outubro à dezembro.

Abraço a todos, fiquem na PAZ!

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Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos…

“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.“ Mt. 11:28

Pode não parecer, mas este convite de Jesus não se estende a todas as pessoas. Esse convite não se estende aos fortes, poderosos e auto-suficientes, é um convite aos fracos, cansados e humildes.

Hoje é um bom dia para reconhecermos nossas limitações, entender que não são os fardos que carregamos que irão nos levar para junto de Deus. Mas sim o crer no dom gratuito de Deus.

Este é o momento oportuno para você conversar com seu pai, diga a ele como se sente, conte sobre seus anseios e aflições e ele te aliviará.

Abraço, fiquem na PAZ!

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