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Posts Etiquetados ‘Liberdade’

Greve dos Lixeiros

Certa vez os lixeiros de Nova York fizeram uma greve e paralisaram a coleta de lixo por quase duas semanas, deixando a cidade entupida de entulho.
As  pessoas foram proíbidas de colocar seu lixo nas calçadas ou de jogá-los em terrenos baldios, obrigando-se a armazená-lo em suas casas, até que a greve acabasse.
Um sujeito, malandrão, que já não tinha mais onde guardá-lo, bolou um plano para se livrar dele.

Arrumou várias caixas de papelão, comprou papéis de presentes, fitas para enfeite e também fita adesiva. Colocou seu lixo nas caixas, fez embrulhos de presentes com laços bem caprichados, pôs as caixas no porta-malas do seu carro, levou-as até uma esquina bem movimentada, deixou-as no chão e saiu.
Foi até uma lanchonete próxima, pediu um lanche, sentou-se numa mesa e ficou observando a reação das pessoas: Passavam devagar, olhavam curiosas, viravam o pescoço… até que apareceram uns corajosos que lançaram mão dos embrulhos e os levaram para suas casas.

Esta história faz-me pensar: – Quantas pessoas não estão fazendo o mesmo, não é verdade? Estão pegando o lixo deste mundo apenas porque o diabo o tem colocado em lugar visível, em embalagens maravilhosas?

Amados, exorto-vos, como a peregrinos e forasteiros, que vos abstenhais dos desejos da carne, os quais combatem contra a alma.
I Pedro 2.11

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Romanos 7: 18-25

Postado originalmente em: 26 de junho de 2009 às 12:31

Romanos 7: 18-25; 8:1

Não me compreendo de modo algum, pois realmente quero fazer o que é correto, porém não consigo. Faço, sim, aquilo que eu não quero – aquilo que eu odeio.

Eu sei perfeitamente que o que estou fazendo está errado, e a minha consciência má prova que eu concordo com essas leis que estou quebrando.

No entanto, não o posso evitar por mim mesmo, porque já não sou eu que estou fazendo.

É o pecado dentro de mim, que é mais forte do que eu e me obriga a fazer tas coisas ruins.

Eu sei que estou completamente corrompido no que diz respeito à minha velha natureza pecaminosa. Seja para que lado for que eu me volte, não consigo fazer o bem. Quero, sim, mas não consigo.

Quando quero fazer o bem, não faço; e quando procuro não errar, mesmo assim eu erro.

Agora, se estou fazendo aquilo que não quero, é simples dizer onde a dificuldade está: o pecado ainda me retém entre suas garras malignas.

Parece um fato da vida que, quando quero fazer o que é correto, faço inevitavelmente o que está errado,

Quanto à minha nova natureza, eu gosto de fazer a vontade de Deus; Contudo existe alguma coisa bem no meu íntimo, lá em minha natureza inferior, que está em guerra coma minha mente e ganha a luta, fazendo-me escravo do pecado que ainda está dentro de mim:

Em minha mente desejo de bom grado ser um servo de Deus, mas, em vez disso, vejo-me ainda escravizado ao pecado. Assim, vocês podem ver como isto ir minha nova vida manda-me fazer o que é correto, porém a velha natureza que ainda está dentro de mim gosta de pecar.

Que situação terrível, esta em que eu estou! Quem é que me livrará da minha escravidão a essa mortífera natureza inferior? Mas, graças a Deus! Isso foi  feito por Jesus Cristo, nosso Senhor. Ele me libertou.

PORTANTO, NÃQ HÁ nenhuma condenação aguardando aqueles que pertencem a Cristo Jesus.

Fonte : Bíblia Viva

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A Liberdade de Barrabás

Aconteceu depressa demais. Num minuto Barrabás estava na cela da morte, com os pés batendo na parede, e no seguinte foi solto; piscando os olhos por causa do sol brilhante.

“Você está livre.”

Barrabás coçou a barba. “O quê?”

“Você está livre. Eles ficaram com o Nazareno em seu lugar.”

Barrabás tem sido muitas vezes comparado com a humanidade e isso é certo. De muitas maneiras ele nos representa: um prisioneiro libertado porque alguém que jamais vira tomou o seu lugar.

Penso porém que Barrabás era provavelmente mais esperto que nós em um aspecto.

Quanto sabemos, ele aceitou sua repentina liberdade pelo que era, um presente não merecido. Alguém lhe atirou um salva-vidas e ele agarrou-o, sem perguntas. Não é possível imaginá-lo usando alguns de nossos truques. Nós recebemos nosso presente gratuito e tentamos ganhá-lo, diagnosticá-lo, ou pagar por ele, em vez de dizer simplesmente “obrigado” e aceitá-lo.

Por mais irônico que pareça, uma das coisas mais difíceis é ser salvo pela graça. Há alguma coisa em nós que reage negativamente ao dom gracioso de Deus. Temos uma compulsão estranha que nos leva a criar leis, sistemas, regulamentos, para nos tornar “dignos” de nosso dom.

Por que agimos assim? A única razão em que posso pensar é o orgulho. Aceitar a graça significa aceitar a sua necessidade e a maioria das pessoas não gosta disso. Aceitar a graça também significa que o indivíduo compreende o seu desespero e quase ninguém aprecia isso também.

Barrabás, porém, foi mais sabido. Perdido para sempre na cela da morte, ele não recuou ao ver-se libertado. Ele talvez não compreendesse a misericórdia e certamente não a merecia, mas não a recusou. Devemos procurar entender que nossa dificuldade não é muito diferente da de Barrabás. Nós também somos prisioneiros sem possibilidade de apelação. Mas porque alguns preferem continuar presos quando a porta da cela foi aberta é um mistério que vale a pena ser estudado.

Fonte: Max Lucado ” O Seu Nome é Salvador”

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