Um novo começo

Bem como vocês podem conferir praticamente todo o conteúdo do CFS encontra-se aqui.

Esse será meu novo espaço na web, aqui pretendo falar do amor de Deus e expor algumas coisas legais.

Obrigado a todos aqueles que acompanharam o CFS

Bem vindos ao MT71.

 

 

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Categorias:Uncategorized

A busca por reputação

As vezes ficamos tão envolvidos em campanhas de oração , vistas ao monte, jejuns com  propósitos, a ponto de nos sentirmos fortalecidos espiritualmente.

Claro que quem ora e jejua muito,  terá sua percepção espiritual aguçada, terá maior facilidade em reconhecer a voz do Senhor e conseqüentemente fazer a sua vontade.  No entanto existe uma classe de pessoas, que se utilizam os “sacrifícios” que fazem, como álibi para poder agir de acordo com suas próprias vontades,  obedecendo os desejos de seu próprio coração.

As vezes estamos tão preocupados em sermos santos, que nos esquecemos de Deus. Acabamos nos preocupando com o volume, freqüência e constância de nossas orações, e nos esquecemos da sinceridade.

Tornamos esses pequenos sacrifícios em um ritual rotineiro, que nos permiti fazer parte de uma classe de crente mais elevada, “espiritualizada”, crentes de primeiro escalão.

Ao invés de nos aproximarmos do criador, nos afastamos dele em uma busca tola por reputação e respeito. Parece até, que ser reconhecido como homem Deus é mais importante das coisas, de forma que por vezes negligenciamos nossas responsabilidades sociais e até mesmo nossa  família.

Nessa busca pela boa reputação deixamos de buscar a Deus, e usamos o Pai para inflar o nosso ego. Não buscamos a Deus, mas sim aceitação, admiração e respeito da comunidade com a qual congregamos. Resultando em sepulcros caiados, bonitos de se ver, mas  inúteis para a boa obra do Senhor.

Que nossos corações estejam sempre inclinados a buscar ao Pai, e a sua santa vontade.

Abraço pessoal !

Fiquem na paz!

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O QUEBRADOR DE PEDRAS

O QUEBRADOR DE PEDRAS

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Era uma vez um sujeito muito simples, que ganhava a vida quebrando pedras.

Ele tinha saúde, emprego, família, mas, vivia permanentemente insatisfeito.

Um dia ele passou em frente a casa de um homem muito rico e importante e sentiu um terrível inveja ao vê-lo cercado de bens valiosos e pessoas importantes.

Ah… como ele queria ser como aquele homem!

Então, inexplicavelmente, como num passe de mágica… plim! Ele foi colocado no lugar do rico.

Mas, quando ia começar a usufruir o luxo e o poder, passou em frente daquela casa um importante general, montado num magnífico cavalo, e todos se curvavam diante dele. O quebrador de pedras novamente sentiu inveja e desejou ser aquele general e, mais uma vez, plim! Lá estava ele, em cima do cavalo.

Mas, quando ia começar a desfrutar o prestígio do general, caiu do cavalo, devido ao forte calor do sol do meio-dia. Então, ele invejou o sol e… plim!

Mas, quando ia começar a experimentar todo o poder de seus raios, uma nuvem escura veio e tapou-lhe a visão e interrompeu seus raios. Invejou a nuvem escura e… plim!

Mas, quando ia começar a tapar os raios do sol, passou um forte vento e jogou a nuvem pra longe. Invejou o vento e… plim!

Mas, quando ia começar a jogar nuvens escuras para bem longe, uma montanha quebrou o vento. Invejou a montanha e… plim! Tornou-se a montanha.

Ah… agora, finalmente, parece que ficou satisfeito, pois, parecia-lhe que, em todo o mundo, nada era mais poderoso que uma grande e inabalável montanha.

Mas, foi neste pequeno e único momento de satisfação que ele ouviu um som que lhe era bastante familiar, o som de uma pesada marreta de ferro manejada com habilidade por um musculoso quebrador de pedras, quebrando a montanha devagarinho.

Porque também nós éramos outrora insensatos,
desobedientes, extraviados, servindo
a várias paixões e deleites, vivendo em malícia
e inveja, odiosos e odiando-nos uns aos outros.
Tito 3.3

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O Amor de Deus e o Amor de Mãe

Mães: Por que vocês amam seus recém-nascidos? Eu sei, eu sei; é uma pergunta boba, mas me desculpem. Por quê?

Durante meses, esse bebê lhe trouxe sofrimentos. Ele lhe deixou cheia de espinhas e a fez gingar como pata. Por causa dele, você suspirou por sardinhas e torradas, e saiu devolvendo tudo pela manhã. Ele lhe chutou a barriga. Ele ocupou um espaço que não era dele, e comeu alimentos que não preparou.

Você o manteve aquecido. Você o manteve seguro. Você o manteve alimentado. Mas será que ele agradeceu?

Você está brincando? Mal saiu da barriga, já começou a chorar! O quarto é muito frio, o cobertor é muito áspero, a babá é muito ruim. E quem ele quer? A mamãe.

Você nunca tira uma folga? Quer dizer, quem fez todo o trabalho nos últimos nove meses? Por que o papai não pode assumir? Mas não, papai não vai assumir. O bebê quer a mamãe.

Ele nem lhe disse que estava chegando. Simplesmente veio. E que chegada! Ele a transformou numa selvagem. Você gritou. Você praguejou. Você cerrou os dentes e rasgou os lençóis. E veja só como você está agora. Suas costas doem. A cabeça lateja. Seu corpo está molhado de suor. Todos os músculos retorcidos e estirados.

Você devia estar brava. Mas está?

Longe disso. Em seu rosto, há um amor maior que a eternidade. Ele não fez nada por você; mas você o ama. Ele trouxe sofrimento para seu corpo e náuseas para suas manhãs, mesmo assim, é o seu tesouro. O rosto dele é enrugado e os olhos turvos; apesar disso, você só consegue falar da boa aparência e do futuro brilhante dele. Ele vai acordá-la todas as noites nas próximas seis semanas, mas isso não importa. Vejo isso no seu rosto. Você é louca por ele.

Por quê?

Por que a mãe ama o recém-nascido? Por que o bebê é dela? Mais que isso. E o sangue dela. E a carne dela. Os tendões dela e a espinha dela. E a esperança dela. E o legado dela. Não importa que o bebê não dê nada a ela. Ela sabe que o bebê recém-nascido é indefeso, fraco. Ela sabe que os bebês não pedem para vir ao mundo.

E Deus sabe que também não pedimos.

Somos idéia dele. Somos dele. Seu rosto. Seus olhos. Suas mãos. Seu toque. Olhe bem no rosto de cada ser humano sobre a terra, e você verá que é semelhante a Ele. Embora alguns pareçam parentes distantes, não o são. Deus não tem sobrinhos, só filhos.

Somos, por incrível que pareça, o corpo de Cristo. E mesmo que não ajamos como o Pai, não há maior verdade que esta: somos dEle. Inalteravelmente. Ele nos ama. Infinitamente. Nada pode separar-nos do amor de Cristo (veja Rom 8:38-39).

Se Deus não tivesse dito essas palavras, eu seria louco, escrevendo-as. Mas já que Ele o disse, eu seria um louco se não as cresse. Nada pode separar-nos do amor de Cristo… mas como tenho dificuldade em abraçar essa verdade.

Você pensa que cometeu um ato que o coloca fora de seu amor. Uma traição. Uma deslealdade. Uma promessa quebrada. Você acha que Ele o amaria mais se você não tivesse feito tal coisa? Você acha que Ele o amaria mais se você fizesse mais coisas? Você acha que se você fosse melhor, o amor de Deus seria mais profundo?

Errado. Errado. Errado.

O amor de Deus não é humano. O amor de Deus não é normal. O amor de Deus enxerga o seu pecado, mas ainda o ama. Estaria aprovando seus erros? Não. Você precisa se arrepender? Sim. Mas você se arrepende para o bem dEle ou para o seu próprio bem? Para o seu bem. O ego de Deus não precisa de argumentações. O amor de Deus não precisa de sustentação.

Fonte: http://www.hermeneutica.com

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Curta apresentado no último culto da EBD

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A parábola das dez virgens- Teatro cristã

É um pouco extenso mas vale a pena assistir.

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Maravilhas da Criação

“Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos.”

Salmos 19:1

Achar que o mundo não tem um criador é o mesmo que afirmar que um dicionário é o resultado de uma explosão numa tipografia.
(Benjamin Franklin)

Thamara obrigado pela idéia!

Fiquem na PAZ!

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